ILUMINAÇÃO POR FIBRA ÓTICA

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A iluminação por fibra ótica é, de todos os tipos de iluminação que se utilizam em visão artificial, aquela que pode proporcionar a luz mais intensa. A ideia básica é conduzir a luz procedente de uma lâmpada de halogéneo, ou de xenón, que se encontre numa fonte de iluminação, através de um feixe de fibras óticas que termina num adaptador específico, para cada tipo de aplicação. Estes adaptadores podem ter forma circular, linear, pontual ou de painel, e podem ser de distintos tamanhos e dimensões.
Nos feixes de fibra ótica ocorre alguma perda de intensidade, em relação à longitude ou distância. Normalmente, não se aconselham os feixes de fibra ótica de uma longitude superior a 5 metros, por um lado devido à perda de intensidade e, por outro, devido a um factor determinante, o preço. Uma das vantagens da fibra ótica é a de proporcionar luz fria, sendo ideal, quer em aplicações onde os sistemas que possam emitir calor sejam um inconveniente, quer em contextos deflagrantes.
As fontes de iluminação costumam incorporar uma lâmpada de halogéneo e, geralmente, incluem um estabilizador de corrente, com uma fonte de alimentação para a lâmpada de halogéneo (150W), que se aloja num espaço, ao qual é ligado o feixe de fibra ótica. A potência de iluminação da lâmpada de halogéneo controla-se através de um reóstato. A vida média das lâmpadas de halogéneo, utilizadas com este tipo de iluminação, oscila entre 1.000 e 2.000 horas.
Algumas fontes de iluminação incorporam controlo de intensidade via porto série RS-232, podendo ser controladas a partir de um elemento externo, como um PC.
Dado que as fontes de luz utilizadas até o momento com os sistemas de fibra óptica estavam providas de uma iluminação halogénea e tinham um tempo de vida muito curto, foi necessário ver outras possíveis alternativas, entre as que destacam: sistemas combinados LED e Fibra Ótica.